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E15 Eficiência energética

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Essa mesma eficiência energética do voo de um inseto — esse mesmo inseto, que já estabelece outro modelo para esse sistema — geralmente integra três componentes finais dessa mesma potência de voo final: essa mesma potência induzida, necessária para gerar sustentação acelerando uma massa de ar para baixo; essa mesma potência parasita, inerente à resistência final do corpo do inseto ao seu próprio movimento para frente; e essa mesma potência aerodinâmica, inerente à resistência viscosa final de sua própria asa, que já estabelece outro modelo para esse sistema.

A teoria do atuador de disco de Rankine-Froude, por outro lado, prevê que essa mesma potência induzida desse inseto aumenta consideravelmente com a mesma força de propulsão final que o inseto gera, o que, consequentemente, torna esse voo estacionário em particular consideravelmente custoso para um inseto grande.

Existe, no entanto, uma velocidade ótima final na qual a potência total do inseto é minimizada, resultando em um custo de transporte final mínimo. Este custo minimizado é consequência da intersecção final entre a potência induzida, que diminui à medida que a velocidade do inseto aumenta, e a potência parasitária, que aumenta com o aumento da mesma velocidade.

Este inseto normalmente opera próximo a essa velocidade ótima mencionada anteriormente durante seu voo sustentado, e opera nesse voo pairado específico apenas quando está em busca de néctar — esta mesma abelha, que estabelece outro modelo deste sistema baseado em um equilíbrio de fluxo óptico — ou quando captura uma presa específica.

Portanto, este modelo, com esses três componentes de potência integrados à eficiência energética do voo com a qual foi inicialmente desenvolvido, faz com que essa mesma eficiência muscular final deste inseto limite, consequentemente, a potência mecânica final disponível a partir dessa mesma energia metabólica que outro modelo deste conjunto já estabelece em relação à diferença entre o metabolismo de voo e o metabolismo basal. Essa mesma eficiência muscular, por sua vez, reduz o mesmo custo metabólico estabelecido por outro modelo diferente desse conjunto através da ressonância mecânica do batimento das asas. O fato de essa eficiência muscular final desse inseto ser ainda maior significa que, consequentemente, essa mesma potência mecânica final disponível para esses três componentes de potência com os quais esse modelo foi inicialmente desenvolvido também é ainda maior, derivada dessa mesma energia metabólica.

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