E14 Controle neuromuscular do voo
Tópico
Esse mesmo controle neuromuscular do voo integra, em geral, tanto o mesmo sinal sensorial de halteres giroscópicos e do mesmo olho composto, o que já estabelece outro modelo para esse sistema, quanto o mesmo sinal sensorial de um sensilo em forma de sino, juntamente com a mesma ativação muscular final desse inseto, por meio de seu próprio circuito reflexo extremamente rápido.
Esse mesmo músculo de voo desse inseto, no entanto, é de dois tipos distintos: esse mesmo músculo assíncrono, característico desse mesmo voo indireto, que já estabelece outro modelo para esse sistema e, consequentemente, ativado mecanicamente, fornece a potência oscilatória final dessa asa; enquanto esse mesmo músculo síncrono, característico de um controle fino particular, modula tanto a amplitude final desse batimento de asa quanto sua simetria e orientação.
O modelo de Hill, por outro lado, captura essa mesma relação não linear final entre a força, o comprimento e a velocidade de contração desse músculo de voo desse inseto.
Esse mesmo esquema de controle proporcional, integral e derivativo serve, em vez disso, como uma abstração funcional final dos circuitos neurais do inseto, minimizando qualquer desvio de sua postura de voo.
Portanto, este modelo, com sua integração de um sinal sensorial com a ativação muscular por meio de um circuito reflexo extremamente rápido, garante que o tempo de resposta final desse circuito reflexo seja compatível com a latência de processamento final de todo o sistema nervoso do inseto — a mesma latência estabelecida por outro modelo desta série para a resposta temporal de um receptor sensorial. O fato de o circuito reflexo deste inseto responder ainda mais rapidamente a um sinal sensorial significa que esse controle neuromuscular final do voo, com o qual este modelo foi iniciado, corrige qualquer desvio postural com ainda maior precisão.
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