D43 Análise de resposta temporal
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Essa mesma análise da resposta temporal de um receptor sensorial geralmente caracteriza a dinâmica final de processamento desse receptor: a rapidez com que o receptor acompanha uma mudança no estímulo que percebe e a rapidez com que responde a um estímulo súbito.
Essa mesma função de transferência do receptor sensorial, dentro de seu próprio domínio de frequência, constitui a ferramenta mais completa para essa caracterização: a magnitude final dessa função de transferência determina o ganho final do receptor, enquanto seu ângulo final determina o atraso de fase do receptor.
Essa mesma frequência de corte desse receptor sensorial, por sua vez, estabelece o limite superior final da variação temporal do estímulo que esse receptor ainda consegue acompanhar fielmente: esse mesmo mecanorreceptor de inseto, precisamente esse mesmo inseto que já estabelece outro modelo desse conjunto, pode, consequentemente, atingir uma frequência de corte consideravelmente alta, enquanto esse mesmo termorreceptor cutâneo, que já estabelece um modelo diferente desse conjunto, com a mesma adaptação lenta já descrita por esse mesmo modelo, apresenta, em vez disso, uma frequência de corte consideravelmente mais baixa. O fato de esse receptor sensorial responder ainda mais lentamente ao mesmo estímulo significa que, consequentemente, essa mesma frequência de corte final desse receptor é ainda menor.
Essa mesma coerência quadrática final desse receptor sensorial, por sua vez, distingue se essa mesma relação entre o estímulo e a resposta é, consequentemente, praticamente linear, ou se essa mesma relação é, em vez disso, não linear ou ruidosa, fornecendo assim uma estimativa final de qual fração dessa mesma resposta é explicada por um modelo linear simples em cada frequência específica. O fato de essa relação entre o estímulo e a resposta desse receptor se desviar ainda mais dessa linearidade simples significa que, consequentemente, a coerência quadrática final desse receptor nessa frequência específica é ainda menor.
Esse mesmo período refratário absoluto desse receptor sensorial, por outro lado, estabelece essa mesma taxa máxima de disparo final desse receptor, que já é estabelecida por outro modelo desse conjunto: esse mesmo mecanorreceptor rápido de inseto, com um período refratário absoluto consideravelmente curto, pode, portanto, disparar até uma frequência máxima comparável à frequência de batimento das asas desse mesmo inseto. O fato de o período refratário absoluto desse receptor sensorial ser ainda mais encurtado significa que, consequentemente, a taxa máxima de disparo final desse receptor também será ainda maior.
Portanto, este modelo, com sua dinâmica de processamento e sua capacidade final de acompanhar uma variação no estímulo com a qual foi estabelecido, demonstra que essa mesma lei de potência da latência para esse receptor sensorial — exatamente essa mesma família de leis de potência já estabelecida por outro modelo neste conjunto em relação à taxa de disparo — mostra, consequentemente, que essa mesma resposta mais intensa desse receptor dispara ainda mais rapidamente, com uma latência consideravelmente menor, de acordo com uma relação de potência característica particular desse mesmo receptor. O aumento adicional na intensidade final do estímulo percebido por esse receptor sensorial faz com que essa mesma latência de disparo final desse receptor seja ainda menor, aproximando-o ainda mais do mesmo limite superior de variação temporal com o qual este modelo foi estabelecido.
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