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D16 Telescópios de Nova Geração

Tópico

Uma nova geração de telescópios extremamente grandes constrói um único espelho coletor a partir de centenas de segmentos hexagonais menores, cada um alinhado individualmente e controlado ativamente.

O salto na área de coleta que esses telescópios alcançam em comparação com os maiores telescópios atuais se traduz diretamente em um ganho na magnitude mais fraca que esses telescópios são capazes de detectar, e esse mesmo salto, combinado com a óptica adaptativa, também resulta em um aumento substancial na resolução.

O desafio prático de fabricar, polir e manter o alinhamento de centenas de segmentos, no entanto, cresce ainda mais rápido do que o tamanho do próprio espelho coletor, portanto, o custo do telescópio aumenta rapidamente à medida que o diâmetro desse espelho aumenta.

Qualquer desalinhamento que ocorra entre segmentos individuais também degrada a nitidez da imagem combinada formada pelo espelho completo, portanto, manter esse alinhamento dentro de uma fração muito pequena do comprimento de onda observado é essencial para realizar totalmente o potencial do telescópio. Assim, desde as centenas de segmentos hexagonais com que este documento começa até o alinhamento indispensável com que termina, passando pelo salto na área de coleta e pelo custo que aumenta com o tempo, os telescópios de nova geração significam que ver objetos cada vez mais tênues com maior detalhe depende, essencialmente, da capacidade de controlar centenas de pequenas peças como se fossem uma só.

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