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D6 Mecânica Observacional: Resolução e Monitoramento

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A resolução angular teórica de um telescópio perfeito melhora com uma abertura maior e um comprimento de onda de luz menor. Na prática, porém, a turbulência atmosférica, ou seeing, impõe seu próprio limite a essa resolução teórica, um limite que na Terra geralmente gira em torno de um segundo de arco, independentemente do tamanho do telescópio. Esse mesmo seeing também define o tamanho aparente de uma estrela pontual na imagem.

O poder de resolução espectral de um espectrógrafo, já descrito como parte da espectroscopia astronômica, determina de forma semelhante a menor velocidade Doppler que o instrumento pode detectar.

O rastreamento equatorial de um telescópio deve corresponder precisamente à taxa de rotação sideral da Terra para manter o objeto observado fixo dentro do campo de visão. A precisão com que a posição do centroide de uma estrela pode ser medida em uma imagem melhora com uma maior relação sinal-ruído e piora com um perfil estelar mais amplo — ou seja, com um seeing pior. Portanto, uma imagem nítida e de alto contraste é precisamente o que permite a medição de posição mais precisa. Assim, desde a resolução angular teórica no início deste documento até a medição de posição mais precisa no final, abrangendo as limitações impostas pela turbulência atmosférica e pelo rastreamento equatorial que mantém o objeto fixo, a mecânica observacional dita que ver um objeto com clareza e conhecer sua localização exata são, fundamentalmente, a mesma batalha contra as limitações impostas pela atmosfera e pela rotação da Terra.

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