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D64 Caracterização dos fluxos de informação

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Essa mesma caracterização dos fluxos de informação dentro de uma colônia geralmente utiliza a teoria da informação de Shannon, que já estabelece outro modelo desse sistema, precisamente para quantificar tanto como cada indivíduo nessa colônia se comunica com os outros quanto como essa mesma informação flui por toda a colônia.

Essa mesma entropia de Shannon da colônia, por sua vez, mede a diversidade final de seus estados comportamentais: uma colônia na qual todos os indivíduos executam a mesma tarefa idêntica exibe entropia consideravelmente baixa, enquanto uma colônia com uma distribuição equilibrada de tarefas entre seus indivíduos exibe entropia consideravelmente alta. Essa mesma informação mútua, que outro modelo desse conjunto estabelece entre dois indivíduos nessa colônia, quantifica, em vez disso, o quanto o conhecimento do estado final do outro indivíduo nesse mesmo par reduz essa mesma incerteza final sobre o estado de um indivíduo em particular: um par de indivíduos com informação mútua consideravelmente alta entre eles é, consequentemente, fortemente coordenado dentro dessa mesma colônia.

Essa mesma transferência de entropia entre dois indivíduos nessa colônia é, ao contrário, assimétrica e causal: essa mesma transferência mede, consequentemente, se o estado passado final de um indivíduo reduz essa mesma incerteza final sobre o estado futuro do outro indivíduo, além do que o estado passado desse segundo indivíduo já reduz, exatamente de acordo com a mesma causalidade de Granger expressa em termos dessa mesma entropia. O fato de essa transferência de entropia de um indivíduo para outro dentro dessa colônia ser ainda maior significa que, consequentemente, a influência final desse primeiro indivíduo sobre o segundo indivíduo dentro da colônia também é ainda maior.

Essa mesma rede de contatos dentro dessa colônia, por sua vez, modela sua própria estrutura social final: um indivíduo com um número considerável de contatos dentro dessa colônia é, portanto, crucial para a propagação final dessa informação por toda a colônia. O fato de esse indivíduo em particular dentro dessa colônia acumular ainda mais desses contatos significa que, consequentemente, a criticidade final desse indivíduo para essa propagação de informação é ainda maior.

Essa mesma rede de contatos dentro dessa colônia, por sua vez, modela sua própria estrutura social final: um indivíduo com um número considerável de contatos dentro dessa colônia é, portanto, crucial para a propagação final dessa informação. Assim, esse modelo, com seu fluxo inicial de informação através de uma colônia, permite que a eficiência final dessa rede de contatos meça a rapidez com que um sinal viaja de qualquer indivíduo dentro dessa colônia para qualquer outro indivíduo dentro da mesma colônia. Consequentemente, uma rede de mundo pequeno atinge uma eficiência consideravelmente alta com um número relativamente pequeno de contatos. O fato de a rede de contatos dessa colônia estar ainda mais próxima dessa estrutura de mundo pequeno aumenta ainda mais a eficiência final do fluxo de informação por toda a colônia.

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