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D42 Mapeamento de campos receptivos

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O mesmo campo receptivo de um neurônio sensorial geralmente define a região final desse mesmo espaço físico, ou melhor, desse mesmo espectro sensorial específico, ao qual esse neurônio responde: dentro dessa mesma célula visual de um inseto — esse mesmo inseto, que já estabelece um modelo diferente desse conjunto — essa região constitui, consequentemente, uma zona de seu próprio campo visual; dentro dessa mesma célula mecanossensorial desse ser humano — esse mesmo mecanorreceptor, que já estabelece um modelo diferente desse conjunto — essa mesma região, por sua vez, constitui uma zona de sua própria cutícula ou pele; e dentro dessa mesma célula olfativa desse mesmo ser humano, essa região, por sua vez, constitui um subconjunto de seu próprio espaço químico específico.

Esse mesmo mapeamento sistemático final desses campos receptivos revela, por sua vez, a organização topográfica final de todo esse sistema nervoso: cada neurônio vizinho nesse sistema nervoso tipicamente possui, consequentemente, um campo receptivo também vizinho a esse mesmo campo receptivo, formando assim seu próprio mapa ordenado final desse sistema nervoso. O fato de esses neurônios vizinhos, nesse sistema nervoso, manterem essa mesma ordem espacial entre seus próprios campos receptivos com fidelidade ainda maior torna esse mapa ordenado final desse sistema nervoso ainda mais preciso.

Essa mesma técnica de média acionada por picos, no entanto, mostra-se especialmente eficiente para revelar esse mesmo campo receptivo de um neurônio sensorial: um estímulo aleatório é apresentado a esse neurônio, e esse estímulo é calculado em média durante cada um dos momentos que precedem cada um desses picos que estabelecem outro modelo desse conjunto em um potencial de ação, revelando assim o núcleo linear final desse mesmo campo receptivo. O fato de esse estímulo aleatório apresentado ao neurônio sensorial ser ainda mais prolongado significa que, consequentemente, esse mesmo núcleo linear final revelado por essa técnica torna-se ainda mais preciso.

Esse mesmo índice final de seletividade de orientação, por outro lado, quantifica se esse mesmo neurônio sensorial prefere um ângulo específico desse mesmo estímulo ou se responde de forma quase uniforme a qualquer outro ângulo desse mesmo estímulo. O fato de esse neurônio sensorial preferir ainda mais exclusivamente aquele ângulo específico do estímulo significa que, consequentemente, esse mesmo índice final de seletividade de orientação para esse neurônio se aproxima ainda mais de sua seletividade máxima.

Esse mesmo tamanho final desse campo receptivo, por outro lado, determina essa mesma resolução espacial final de todo esse sistema sensorial — exatamente a mesma resolução que outro modelo desse sistema estabelece usando seus próprios critérios: um campo receptivo consideravelmente menor implica, consequentemente, uma acuidade final consideravelmente maior desse mesmo sistema sensorial. O fato de esse campo receptivo desse neurônio sensorial ser ainda mais reduzido significa que, consequentemente, a acuidade final desse sistema sensorial é ainda maior.

Portanto, este modelo, com esta região final do espaço ou espectro sensorial com a qual começou, significa que esta mesma frequência de corte espacial final desse neurônio sensorial — a frequência espacial final máxima desse mesmo estímulo que esse neurônio ainda pode transmitir — está relacionada, consequentemente, a esta mesma acuidade com a qual este parágrafo começou, por meio do mesmo teorema de Nyquist que outro modelo deste conjunto já estabelece. O fato de esta frequência de corte espacial final deste neurônio sensorial ser ainda maior significa que, consequentemente, a acuidade final desse sistema sensorial sobre essa mesma região do espaço ou espectro sensorial com a qual este modelo começou também é ainda maior.

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