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E42 Fotorreceptores e óptica composta

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Este mesmo olho composto de um inseto, precisamente este mesmo olho composto que já estabelece outro modelo para esta estrutura, constitui, em geral, um mosaico final de um número considerável de omatídios, cada um funcionando como um pequeno telescópio com sua própria direção de amostragem específica. Esta mesma célula visual de um inseto já estabelece outro modelo distinto para esta estrutura dentro de um campo receptivo.

Esta mesma resolução espacial final deste olho composto é, contudo, fundamentalmente limitada por esta mesma difração que já estabelece outro modelo para esta estrutura: um omatídio consideravelmente menor possui, consequentemente, um ângulo de aceitação consideravelmente maior, resultando em uma resolução angular consequentemente pior, mas, por sua vez, em um campo de visão consideravelmente mais amplo. Esta mesma relação inversa entre resolução angular e campo de visão já estabelece outro modelo para esta estrutura dentro desse mesmo olho composto de um inseto.

Este mesmo dilema entre resolução e sensibilidade é central para este olho composto: um omatídio consideravelmente maior capta, consequentemente, uma quantidade maior de luz, resultando em uma sensibilidade consideravelmente maior, embora ao custo de uma resolução final menor para esse mesmo olho. O fato de o omatídio desse olho composto ser ainda maior significa que sua sensibilidade final também é, consequentemente, ainda maior, à custa da mesma resolução angular.

Esse mesmo inseto noturno, essa mesma mariposa que já estabelece outro modelo para esse conjunto, possui, em vez disso, uma faceta consideravelmente grande para maximizar sua captura final de fótons, enquanto esse mesmo predador diurno, uma libélula, possui, em vez disso, uma faceta consideravelmente menor para maximizar sua resolução final dentro de sua própria região frontal específica.

O teorema de Nyquist, que estabelece outro modelo para esse sistema, define essa mesma frequência espacial máxima final representável por esse olho composto, que, consequentemente, determina sua acuidade visual final.

Portanto, este modelo, com este mosaico de omatídios, cada um funcionando como um pequeno telescópio, faz com que o fotorreceptor de cada omatídio neste olho composto sature sua resposta final, seguindo a mesma cinética de junção de Michaelis-Menten estabelecida por outro modelo deste sistema, com seu próprio parâmetro particular que, consequentemente, determina a faixa dinâmica final de operação desse mesmo fotorreceptor. O fato de este fotorreceptor deste omatídio receber um número ainda maior de fótons além dessa mesma faixa dinâmica de operação significa que, consequentemente, essa mesma resposta final desse fotorreceptor, de acordo com a mesma cinética de Michaelis-Menten que completa este modelo, se aproxima ainda mais de sua saturação final.

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