E12 Geração de vórtice
Tópico
Esse mesmo vórtice de bordo de ataque geralmente constitui um núcleo final de baixa pressão que se forma na borda de ataque da asa do inseto durante o batimento de suas asas — o mesmo batimento que estabelece outro modelo para esse sistema — e que permanece aderido à asa em vez de se desprender, como ocorreria na asa de um avião, o que também estabelece um modelo semelhante.
Esse mesmo mecanismo, descoberto inicialmente em um inseto e posteriormente em uma semente de bordo, permite um coeficiente de sustentação final consideravelmente maior do que o previsto pela teoria clássica de sustentação.
Esse mesmo vórtice de bordo de ataque, contudo, permanece estável graças a um fluxo axial específico ao longo da mesma envergadura da asa, o que estabelece outro modelo para essa estrutura. Esse efeito final da rotação da asa extrai a vorticidade final do núcleo antes que ele cresça demais e se desprenda da asa. O fato de esse fluxo axial ao longo da envergadura da asa ser ainda mais intenso significa que essa extração final de vorticidade do núcleo ocorre de forma ainda mais eficaz e que esse vórtice de bordo de ataque permanece estável por ainda mais tempo.
Em um inseto cuja asa gira mais do que se move — esta mesma mosca-das-frutas, que estabelece outro modelo para essa estrutura — essa estabilidade final do vórtice de bordo de ataque constitui o principal mecanismo de sustentação para todo o inseto.
Portanto, este modelo, com seu núcleo de baixa pressão acoplado à asa com a qual foi desenvolvido, faz com que o modelo de Polhamus separe a contribuição final dessa circulação potencial — a mesma circulação prevista pela teoria clássica com a qual este modelo foi desenvolvido — da contribuição final do vórtice de bordo de ataque com a qual este modelo foi desenvolvido. Isso explica o aumento final não linear da sustentação à medida que o ângulo de ataque dessa asa aumenta. O aumento adicional no ângulo de ataque da asa desse inseto significa que a contribuição final do vórtice de bordo de ataque para a sustentação total, de acordo com o modelo de Polhamus, torna-se ainda mais dominante sobre a contribuição da circulação potencial.
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