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D53 Espectroscopia metabólica

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Essa mesma espectroscopia metabólica analisa, em geral, a composição química interna final de um inseto — o mesmo inseto que estabelece outro modelo desse sistema — precisamente para quantificar cada metabólito energético desse inseto, bem como os mesmos carboidratos e lipídios que estabelecem outro modelo distinto desse sistema em relação à oxidação biológica, e também cada intermediário final de seu próprio ciclo de Krebs e cada produto final de um estresse específico sofrido por esse mesmo inseto.

Essa mesma espectrofotometria ultravioleta-visível, por outro lado, quantifica cada metabólito colorido ou cada metabólito que absorve luz desse inseto, de acordo com a mesma lei de Beer-Lambert que estabelece outro modelo desse sistema em relação à absorção de radiação eletromagnética — a mesma lei que também reutiliza outro modelo distinto desse sistema em relação a esse mesmo dióxido de carbono.

A ressonância magnética nuclear, por outro lado, é o método estruturalmente mais informativo de toda esta espectroscopia metabólica: cada metabólito neste inseto possui, consequentemente, seu próprio deslocamento químico final único que o identifica, e a integral final desse pico é, portanto, proporcional à sua concentração específica dentro do inseto. Uma maior concentração desse metabólito específico dentro do inseto resulta em uma integral final ainda maior desse pico de ressonância magnética nuclear.

Essa mesma análise de fluxos metabólicos, utilizando a marcação isotópica do mesmo carbono já estabelecida neste documento, constitui, por sua vez, a técnica mais avançada de toda esta espectroscopia metabólica: este inseto é alimentado com a mesma glicose, conforme estabelecido em outro modelo deste conjunto, marcada isotopicamente em posições específicas, e a distribuição dessa marcação entre cada metabólito do inseto é rastreada, revelando tanto o fluxo líquido final quanto o fluxo de troca final de cada enzima específica do inseto. O fato de essa marcação isotópica da glicose fornecida ao inseto ser distribuída ainda mais rapidamente entre esses metabólitos significa que, consequentemente, o fluxo líquido final dessa enzima específica é revelado com maior precisão.

Essa mesma cromatografia, seja cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) ou cromatografia gasosa (GC), separa e quantifica cada metabólito individual em um extrato de tecido específico desse mesmo inseto.

Portanto, esse modelo, com sua composição química interna de um inseto e os mesmos metabólitos energéticos com os quais começou, permite que essa mesma espectrometria de massas, acoplada a essa mesma cromatografia, combine tanto a separação cromatográfica final descrita no início deste parágrafo quanto a identificação final de cada metabólito por massa molecular. Isso resulta em um perfil metabolômico final completo, com um grande número desses mesmos metabólitos energéticos e intermediários do ciclo de Krebs identificados simultaneamente nesse mesmo inseto. O fato de essa espectrometria de massa, combinada com essa cromatografia, identificar simultaneamente um número ainda maior desses metabólitos torna esse perfil metabolômico final desse inseto ainda mais completo.

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